Quanto custa regularizar farol de led em moto

Valor para regularizar farol de led em moto

Quem anda de moto por aí sabe: enxergar bem na estrada é questão de segurança, principalmente quando a noite cai ou se pega aquela chuva inesperada. Não à toa, muita gente pensa em trocar o farol comum pelo famoso LED. Ele é mais moderno, ilumina melhor e ainda economiza bateria. Mas aí vem o susto: além do valor do farol, tem o custo da instalação e, claro, toda a burocracia para regularizar. E olha, ninguém quer dor de cabeça com multa por causa de documento errado.

No geral, regularizar o farol de LED sai por volta de 600 reais. Esse valor inclui o kit do farol, mão de obra, taxas e toda aquela papelada. Só que esse preço pode mudar bastante dependendo do modelo da moto, do kit escolhido e até de onde você mora. Vale muito pesquisar direitinho antes de sair comprando qualquer coisa. Já vi gente se enrolar porque esqueceu de conferir as taxas do Detran da própria cidade.

Para ter uma ideia, só a instalação profissional costuma ficar entre 50 e 100 reais. As taxas do Detran então, giram perto dos 200 reais. Parece que é pouco, mas quando soma tudo, o valor assusta. Quem nunca achou que ia gastar pouco e depois percebeu que tinha um monte de taxa extra?

Vou explicar aqui como funciona cada etapa dessa troca, o que o Detran pede, quais documentos separar e umas dicas para não gastar além do necessário. Assim, se resolver trocar o farol da sua moto, já sabe o que esperar e como evitar surpresa.

Por que o farol de LED virou o queridinho dos motociclistas?

O LED faz sucesso porque ilumina muito mais do que as lâmpadas comuns e, ainda por cima, consome pouca bateria. Numa estrada à noite, isso faz toda diferença. Dá para enxergar melhor, ver os buracos de longe e até antecipar curvas. Quem já pegou rodovia escura sabe o quanto isso salva.

Outro ponto que chama atenção é a durabilidade. O farol de LED chega fácil a 25 mil horas de uso, enquanto as lâmpadas tradicionais não passam de mil horas. Ou seja, nada daquela chateação de trocar lâmpada toda hora. Sem falar que o LED esquenta bem menos, o que protege tanto a parte elétrica quanto o conjunto óptico da moto.

De quebra, o farol de LED deixa a moto mais moderna e visível, ajudando na segurança. E ninguém reclama de economizar na bateria, né? Isso é ótimo pra quem usa a moto todo dia ou faz viagens longas.

Como está a lei sobre o farol de LED nas motos?

No Brasil, não dá para simplesmente trocar o farol e sair rodando. O Código de Trânsito e o CONTRAN são bem rigorosos nesse assunto. Se usar farol fora dos padrões, é multa de R$ 195,23 e até risco de apreensão da moto.

As regras são claras: o farol de LED precisa ficar entre 5.000K e 6.500K de temperatura de cor, tem que ser bem alinhado para não ofuscar quem vem na direção contrária, e só vale se tiver selo do Inmetro e documentação do fabricante. Esquece aquela gambiarra com peça sem procedência.

Toda alteração no sistema de iluminação exige vistoria e atualização dos documentos da moto. E só pode usar farol branco ou amarelo, nada de azul, vermelho ou qualquer outra cor diferente. Se tentar disfarçar, a chance de tomar uma multa na blitz é grande.

Ah, cada estado tem pequenas diferenças nas taxas, então vale sempre conferir no Detran local para não ter surpresa.

Qual o custo real para regularizar o farol de LED?

O valor total depende do kit escolhido, do modelo da moto e dos serviços, mas em média fica assim:

– Kit de farol de LED: de 50 até 300 reais. Tem opção básica e tem os modelos de marca famosa, que já vêm até com garantia.
– Instalação profissional: entre 50 e 100 reais. Em cidades grandes, pode ser um pouco mais caro.
– Vistoria técnica: pode chegar até 120 reais, variando conforme o estado.
– Taxas do Detran para atualizar os documentos: em média 80 reais, mas pode ter diferença dependendo da região.

Se sua moto for esportiva ou tiver um sistema diferente, talvez precise de adaptador, que costuma custar mais uns 40 reais. Então, para quem quer fazer tudo certinho, o valor chega perto dos 600 reais mesmo.

Tentar economizar de qualquer jeito pode sair caro depois. Peça duvidosa ou instalação mal feita só atrasa a regularização e pode virar dor de cabeça se te pararem numa blitz.

Como fazer a regularização, passo a passo

O processo não é complicado, mas pede atenção. O primeiro passo é garantir que o farol de LED tenha selo do Inmetro e toda a documentação certinha do fabricante. Parece detalhe bobo, mas muita gente já ficou presa na vistoria por falta disso.

Depois, você precisa avisar o Detran do seu estado. Normalmente, dá para fazer isso pelo site, preenchendo um formulário de alteração veicular com os dados da moto e do novo farol.

Feito isso, pague as taxas (elas costumam ser geradas online mesmo). A instalação deve ser feita em uma oficina de confiança, e é importante guardar a nota fiscal, porque ela é pedida na vistoria.

Com tudo pronto, agende a vistoria na unidade mais próxima do CRVA. Lá, vão checar se a luz não está ofuscando, se o sistema elétrico aguenta e se a instalação ficou certinha. Se passar, você recebe o CSV (Certificado de Segurança Veicular) em poucos dias.

Se faltar algum documento ou detalhe, tem que refazer o processo. O segredo é organizar tudo e não pular etapas.

O que acontece se rodar com farol de LED não regularizado?

Se instalar LED sem regularizar, a multa chega rapidinho, junto com 5 pontos na carteira. E, dependendo do caso, a moto pode ficar retida até passar por todo o trâmite de regularização. Aí entra o custo de guincho, diária de pátio e até indenização, se acontecer acidente por má visibilidade.

Hoje em dia, os policiais usam aparelhos que medem a intensidade do farol nas blitz. Se o farol passar dos 2.000 lumens ou ofuscar os outros, a infração é automática. Muita gente acha exagero, mas basta pensar no risco de cegar temporariamente outro motorista. Em trânsito, isso pode acabar muito mal.

O ideal é sempre instalar kit certificado, pedir nota fiscal e guardar todos os documentos. Isso facilita qualquer fiscalização e evita dor de cabeça.

Farol original ou adaptado: tem diferença?

Tem sim, e não é pouca coisa. O farol original já vem com selo do Inmetro e é feito para o sistema elétrico da moto. Isso garante iluminação correta, menos risco de queimar fios e evita multa por luz fora do padrão.

Já os adaptados costumam usar lâmpadas genéricas, que duram menos e às vezes espalham luz fora dos limites permitidos. Isso pode atrapalhar outros motoristas e, de novo, voltar como problema para você.

Outro ponto importante é a durabilidade. Os faróis homologados chegam a durar mais de 25 mil horas, mas os adaptados, muitas vezes, têm vida útil 30 por cento menor. No fim das contas, o barato pode sair caro, principalmente se tiver que trocar várias vezes ou enfrentar problemas na vistoria.

Vale mais a pena investir em produto bom, com documentação em dia. A economia falsa acaba custando tempo e dinheiro depois.

Fonte: https://www.agenciadivulgar.com.br/

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